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A VERDADE SOBRE AS VACAS CRIADAS PARA A ALIMENTAÇÃO

Por vários anos, a Animal Equality se comprometeu a documentar o terrível destino de vacas, bezerros e novilhos que são explorados tanto pela indústria da carne quanto pela – não menos cruel – indústria do leite.

As fazendas de bovinos funcionam quase todas da mesma maneira: uma concentração altíssima de animais é conduzida em estábulos inóspitos e sujos e são vítimas de um sofrimento terrível.

Nosso trabalho investigativo realizado em fazendas ao redor do mundo trouxe à tona, nos últimos anos, evidências preocupantes sobre as condições de vida e de abate desses animais, que só podem ser definidas como vergonhosas – como no caso das vacas prenhes abatidas no Brasil.

Além dos problemas de bem-estar animal, a pecuária intensiva também causa sérios danos ao meio ambiente e ao clima.

A pecuária é uma imponente máquina de dinheiro, cruel e impiedosa, um negócio econômico de larga escala, que se preocupa em não revelar as condições de vida dos animais que explora.

Por isso, as câmeras da Animal Equality entraram em fazendas intensivas e matadouros, seguiram caminhões que transportavam vacas e bezerros, até sobrevoaram a floresta amazônica – tudo para documentar o que realmente acontece dentro desse sistema que lucra em cima dos animais.

2021 – Vacas prenhes mortas em matadouro (Brasil)

No Brasil, publicamos uma investigação chocante sobre as práticas de abate de vacas prenhes. O sofrimento desses animais e dos bezerros que eles carregam é incomensurável.

Pedimos ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil que proíba esse massacre cruel e sancione aqueles que cometeram crimes graves de abuso de animais.

O problema, porém, não diz respeito apenas ao Brasil, mas também a países como a Itália, onde se estima que 4,5% das vacas abatidas estão prenhes.

Recentemente o MAPA fez uso de uma Portaria que trata de abate humanitário e bem-estar animal para permitir o abate de fêmeas em fase final de gestação e de seus fetos. 

Recebemos essa notícia com muita indignação e novamente nos unimos para enviar uma nota de repúdio ao Ministério. Também promovemos um debate que contou com a participação de especialistas em direito animal e bem-estar animal. Todos os especialistas concordaram que o artigo 7o da Portaria 365 regulamentou uma prática de maus-tratos e que está sendo visto como um grande retrocesso para o bem-estar animal.

Desde então estamos trabalhando ainda mais duro para que essa prática seja proibida. A nutricionista e influencer Alessandra Luglio juntou-se à Animal Equality para pedir ao Ministério da Agricultura que proíba essa crueldade. 

2019 – Desmatamento da Floresta Amazônica (Brasil)

Um dos aspectos mais graves causados ​​pela pecuária intensiva é o desmatamento.

As florestas permitem ao nosso ecossistema absorver os gases nocivos produzidos pelas atividades humanas. Desmatar, portanto, significa privar toda a humanidade de um instrumento de vital importância para a vida na Terra.

A Animal Equality divulgou uma investigação que documenta o impacto ambiental que a pecuária intensiva tem na floresta amazônica.

As evidências coletadas por nossos investigadores mostram que essas fazendas não são apenas causa de extremo sofrimento para os animais, mas também são um grande inimigo da vida em nosso planeta.

2017 – Uma investigação sobre a indústria de leite do Reino Unido (UK)

Os investigadores da Animal Equality filmaram uma fazenda no Reino Unido que fornece leite para a Marks & Spencer, um supermercado que se autodenomina líder em padrões de bem-estar animal.

Pena que nossas imagens mostram que, ao contrário, bezerros são fechados em pequenos currais solitários por até seis meses, quebrando leis britânicas de bem-estar animal.

Infelizmente, separar bezerros de um dia de suas mães e confiná-los em baias solitárias é uma prática padrão em rebanhos ao redor do mundo, embora os bezerros devessem ser transferidos para baias de grupo com a idade de oito semanas para satisfazer sua necessidade de interação.