INVESTIGAÇÃO: PERUS DE NATAL DA BRF, dona das MARCAS SADIA E PERDIGÃO

Pela primeira vez no Brasil, investigadores da Animal Equality registram o sofrimento do confinamento e da criação intensiva de perus, assine contra esta prática!
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Essa época do ano deveria simbolizar compaixão e jamais estar relacionada ao sofrimento de animais inocentes. Especialmente os perus, que são animais mansos, curiosos e que adoram um carinho.
Confinados e amontoados, esta é a realidade dos animais que morrem para abastecer as festas de final de ano.
Pela primeira vez, uma investigação sobre a criação de perus DE NATAL no Brasil
Investigação na BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão
A Animal Equality revela imagens inéditas de uma granja fornecedora da BRF, uma das maiores processadoras de carne do mundo e dona das marcas Sadia e Perdigão. Estas marcas estão entre as mais consumidas pelos brasileiros nestas festas de final de ano.
Por trás das embalagens festivas e de campanhas publicitárias, a investigação mostra uma realidade marcada por práticas que negam aos animais qualquer possibilidade de expressar seus comportamentos naturais.
Ao revelar o que acontece longe do olhar do consumidor, denunciamos um sistema que precisa ser urgentemente repensado — ainda mais quando falamos de empresas quase onipresentes nas propagandas de final de ano.
Perus recheados com crueldade: Uma VIDA INTEIRA DE DOR E PRIVAÇÃO
Milhares de perus são criados em galpões fechados, com pouca circulação de ar, acúmulo de gases nocivos, onde animais machucados e feridos não recebem cuidados veterinários.
O chão onde vivem é coberto por um material usado para absorver as fezes e a urina dos perus, uma função semelhante as caixinhas de areia dos gatos — e, como documentado nas imagens, o próprio dono da fazenda admite que esse material, completamente repleto de fezes, é trocado apenas a cada dois anos. O resultado é um ambiente tóxico, carregado de amônia, que causa ardência nos olhos, problemas respiratórios e feridas dolorosas na pele dos animais.
Eles também sofrem com uma intensa seleção genética que os faz crescer de forma acelerada e antinatural — o que causa doenças, dores crônicas e dificuldades para andar, visto que o desenvolvimento ósseo não consegue acompanhar o rápido ganho de peso. Mesmo doentes, raramente recebem qualquer tipo de atendimento veterinário.
Para a indústria, tratar animais doentes e machucados, de forma individual, é considerado um gasto desnecessário.

Lúcia,
Assim que entrei no galpão, mal consegui respirar. O ar queimava por dentro, como se meu corpo tentasse bloquear a respiração para me proteger daquela sensação de ardência. Ao mesmo tempo, eu sentia a falta de oxigênio apertar o peito. Meus olhos ardiam intensamente por causa do ar contaminado. Segurei o choro ao perceber que, todos os dias, por toda a vida, esse era o ar que aqueles animais eram obrigados a respirar
codinome de nossa investigadora
Um contraste com o verdadeiro espírito das festas do final de ano
Enquanto muitas famílias e amigos se reúnem para celebrar a esperança e o amor, milhões de perus vivem e morrem em condições cruéis apenas para se tornarem parte das refeições festivas de fim de ano.
Essa época deveria simbolizar compaixão e jamais estar relacionada ao sofrimento de animais inocentes. Especialmente os perus, que são animais mansos, curiosos e que adoram carinho.


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