OS MERCADOS DE ANIMAIS VIVOS SÃO UMA AMEACA GLOBAL E PRECISAM SER BANIDOS PARA SEMPRE ASSINE A PETIÇÃO

NOSSA VOZ ALCANÇA AS NAÇÕES UNIDAS

Na Animal Equality, nossa missão é acabar com a crueldade contra os animais criados e mortos para consumo. Nos últimos 15 anos, nossas investigações mostraram que os animais de criação em todo o mundo precisam urgentemente de ajuda.

Em nosso trabalho, encontramos uma conexão entre o abuso de animais, a saúde humana e o nosso planeta. Esse é especialmente o caso dos mercados úmidos, onde animais vivos são transportados, comercializados e mortos sem protocolos que evitem seu sofrimento ou protejam a saúde das pessoas envolvidas.

É por isso que lançamos uma campanha internacional para exigir a proibição da venda e do abate de animais vivos em mercados úmidos em todo o mundo. Nossa petição dirigida às Nações Unidas (ONU) coletou mais de 569.000 assinaturas em todo o mundo.

Em 17 de junho de 2021, as assinaturas foram entregues ao Secretário-Geral da ONU, António Guterres, a V. Ex.ª Sr. Munir Akram, Presidente do Conselho Econômico e Social da ONU a/c Missão Permanente do Paquistão junto às Nações Unidas e ao Sr. Nicolas de Rivière, Presidente do Conselho de Segurança da ONU a/c Missão Permanente da República da França nas Nações Unidas.

Solicitamos ao corpo governante da organização que reconheça publicamente os riscos que as vendas de animais vivos representam para a saúde global e pedimos aos legisladores em todo o mundo que restrinjam o comércio de animais vivos em mercados úmidos.

Essa ação internacional é um grande marco na luta pelos animais. Com o trabalho que a Animal Equality tem feito desde sua fundação, temos colaborado com muitas instituições importantes. Hoje, entramos em contato com uma das organizações mais importantes do mundo com uma mensagem de ativistas de proteção animal como você, pedindo que nossa causa seja incluída em suas decisões sobre política global. Tornamos os animais de criação visíveis para esses líderes mundiais e o fizemos com o seu apoio.

Como Sharon mencionou em seu vídeo, essa conquista incrível não teria sido possível sem você. Somos muito gratos por tudo que você fez por essa campanha e por defender os animais.

Ações como essa farão do nosso mundo um lugar melhor para os animais, e esperamos poder contar com o seu apoio novamente. Você pode nos ajudar a continuar nosso trabalho de salvar vidas fazendo uma doação hoje: até 30 de junho, ela será duplicada por um doador generoso, então não perca esta oportunidade!

Juntos, podemos mudar o mundo para os animais!

MERCADOS ÚMIDOS EXPOSTOS

O apoio público à nossa campanha tem sido imenso. Ela começou a criar raízes há alguns anos, com nossas investigações na Ásia.

É comum que, quando investigamos uma situação, somos levados a outra. Esse foi o caso durante nossa investigação de 6 meses nos mercados de frango na Índia entre 2017-2018, quando nossos investigadores se infiltraram em fazendas e mercados nas cidades de Pune, Raigad e Delhi.

Semelhante a vários países ao redor do mundo, os frangos criados para carne na Índia são frequentemente abatidos quando vendidos para atender uma demanda por carne fresca. Isso geralmente ocorre em mercados tradicionais (úmidos) e os consumidores estão acostumados a presenciar a morte dos animais. Em alguns casos, eles podem escolher o animal que desejam enquanto ele ainda está vivo. É exatamente assim que alguns frangos são vendidos e mortos na Índia.

Como pode ser visto no vídeo, os frangos nos mercados úmidos da Índia sofrem com condições de superlotação e ficam privados de comida e água, às vezes por dias. O abate é realizado sem atordoamento, com os animais sofrendo por minutos após a garganta ser cortada. Além dessa crueldade, as condições de higiene são claramente insuficientes para garantir que comerciantes, visitantes e consumidores estejam protegidos contra doenças como malária e febre tifóide.

Junto a popularidade desses mercados, está o aumento do consumo de frango na Índia, que tem sido catastrófico para os animais: mais e mais deles estão sendo criados, transportados e mortos, e cada vez mais nos mercados indianos tradicionais.

NOSSA PRIMEIRA INVESTIGAÇÃO SOBRE A CRUELDADE DOS MERCADOS ÚMIDOS

Nossos investigadores são pessoas que, além de se infiltrar em instalações de fazendas industriais, pesquisam, estudam e revisam materiais que lhes permitem conhecer e reconhecer situações ilegais e cruéis, mas também potencialmente perigosas para o ser humano e o planeta.

Por isso, quando infiltraram-se nos mercados do Vietnã e da China, perceberam que a situação era semelhante. Em abril de 2020, nossos investigadores revelaram no início da emergência sanitária COVID-19 que a venda e o abate de animais em mercados úmidos eram uma ameaça pública. Essas investigações foram possibilitadas por contribuições financeiras de nossos apoiadores, e sua doação hoje garantirá que nossos investigadores possam continuar a fazer este importante trabalho.

Por meio de nossas filmagens, mostramos novamente as condições anti-higiênicas e cruéis dos mercados úmidos não regulamentados. Também chamamos a atenção para o fato de que os animais silvestres e os de criação são mantidos lado a lado em pequenas gaiolas – animais que na natureza nunca coexistiriam.

Esses animais sofrem não apenas com os maus-tratos, mas também com um sistema imunológico enfraquecido devido ao estresse de seu transporte, confinamento e condições de vida anti-higiênicas. Acrescente a isso os muitos compradores que trafegam nos mercados e você criará o terreno fértil perfeito para doenças transmitidas por animais que podem fazer o salto para os humanos.

Como você deve se lembrar, durante os primeiros estágios da pandemia, houve muita especulação sobre os mercados úmidos da Ásia, e alguns especialistas apontaram para a necessidade de rever a segurança desses locais.

Mercados úmidos existem em todo o mundo, não apenas na Ásia. É por isso que a Animal Equality pediu uma proibição mundial da venda e abate de animais vivos em mercados tradicionais ou úmidos.

Em abril de 2020, lançamos uma campanha internacional e uma petição pedindo essa proibição. Em nossas imagens exclusivas filmadas por investigadores em mercados úmidos na China, Vietnã e Índia, animais como veados, guaxinins, crocodilos e cães são mostrados vivendo em condições sujas, sofrendo de desidratação, fome e doenças.

APESAR DO PERIGO, OS MERCADOS ÚMIDOS CONTINUAM A OPERAR

Alguns meses depois, lançamos uma segunda investigação que revelou que a ameaça dos mercados à saúde e segurança pública continuava. Apesar do perigo, esses lugares ainda estão abertos ao público, atraindo grandes multidões e, pior, continuando a comerciar e matar brutalmente animais de todos os tipos.

Diante dessa informação, nossa petição adquiriu maior urgência e continuamos coletando assinaturas.

Depois de um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) solicitaram conjuntamente a suspensão mundial da venda de mamíferos selvagens vivos em mercados tradicionais ao redor do mundo devido ao alto risco que representam para a transmissão de doenças aos humanos.

Once again, together we give voice to the animals that suffer the most and in the greatest number, ensuring that none are left behind. And as long as we have generous people like you on our side to help fund our work, we will continue to create a world where all animals are respected and protected.

Embora o relatório exija que os animais selvagens sejam poupados, acreditamos que nenhum animal deve ser submetido à crueldade nos mercados úmidos. Após a entrega de mais de meio milhão de assinaturas, pedimos à ONU que proíba a venda de todos os animais nos mercados úmidos do mundo.

Mais uma vez, juntos damos voz aos animais que sofrem em maior intensidade e número, garantindo que nenhum seja deixado para trás. E enquanto tivermos pessoas generosas como você do nosso lado para ajudar a financiar nosso trabalho, continuaremos a criar um mundo onde todos os animais sejam respeitados e protegidos.

SIM, ESTOU COM OS ANIMAIS E QUERO APOIAR A ANIMAL EQUALITY