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Tudo o que você precisa saber sobre o nosso trabalho de Relações Corporativas


Sabemos que a melhor forma de proteger os animais é tirando eles do nosso prato. Vacas, bois, porcos, galinhas, frangos, peixes e outros animais sofrem todos os dias na indústria de alimentos. O trabalho de Relações Corporativas propõe promover uma vida melhor agora, para esses animais que ainda vivem em condições industriais. Sendo assim, negociamos com empresas para que adotem políticas corporativas de bem-estar animal e se responsabilizem pela cadeia de produção. Pautamos nossos argumentos sempre em ciência clara e mostramos a empresa que a sociedade está mudando, cada vez mais consciente, o consumidor pede por produtos responsáveis e sustentáveis. Como somos uma organização global, cada país foca suas negociações nos animais que mais precisam, ou seja, estão em piores condições. Assim, nos articulamos globalmente para negociar com diversas empresas que têm alto impacto na vida desses animais.  

Por que falamos tanto das gaiolas? 

Às vezes você deve se perguntar: por que no Brasil focamos tanto em conseguir compromissos de empresas pelo fim das gaiolas? A resposta é simples. Começamos pelos maiores problemas, ou seja, no departamento de relações corporativas e campanhas, priorizamos acabar com as práticas mais cruéis que fazem os animais sofrer com mais intensidade e por mais tempo. 

As galinhas na indústria de ovos passam cerca de 2 anos dentro de gaiolas minúsculas, onde não podem sequer se mexer ou expressar qualquer tipo de comportamento natural, como ciscar, fazer ninhos, empoleirar-se, e assim por diante. Após uma vida de intenso sofrimento, os animais que não morreram ao longo do processo, são transportados e levados ao abate. 

Investigação da Animal Equality feita em granja de ovos brasileira que utiliza o sistema de gaiolas.

Defendendo os frangos na Europa e nos Estados Unidos

Nos países da Europa e nos Estados Unidos os compromissos cage-free tiveram uma grande aderência das empresas, granjas e consumidores. Os resultados já estão sendo colhidos, pois muitas granjas já completaram a transição para sistemas livres de gaiolas ou estão em fase de transição. A população europeia e americana também pressiona para que nenhuma empresa deixe de participar deste movimento por sistemas livres de gaiolas. 

Desta forma, nesses países, apesar da continuidade dos trabalhos com cage-free, agora os esforços do departamento de relações corporativas também estão sendo direcionados para outras espécies.  

Os frangos criados para carne já foram foco de inúmeras investigações e campanhas. Alguns exemplos são a investigação em granjas da Alemanha, granjas da Espanha e nossa investigação com a celebridade Rooney Mara. Também temos nosso vídeo em português que explica um pouco sobre a vida dos frangos, clique aqui para assistir

Com essas imagens fica claro que antes de serem mortos, esses animais passam 42 dias em intenso sofrimento em galpões imundos, sem qualquer tipo de parâmetro básico de bem-estar animal. Por isso, já realizamos inúmeras negociações, investigações e campanhas com o objetivo de mostrar ao público o que acontece nessas granjas e cobrar instituições privadas e públicas por mudanças concretas. 

Protesto nos EUA pedindo ao McDonald’s por melhorias na vida dos frangos criados nos EUA.

Mais de 1480 empresas na Europa e mais de 680 empresas nos Estados Unidos e Canadá já assumiram o compromisso de melhorar o bem-estar dos frangos durante a vida e também no momento do abate nos matadouros. Essas empresas estão melhorando fatores como densidade e iluminação dos galpões, enriquecimento ambiental, qualidade do ar, mudança para genética que leve em consideração o bem-estar dos animais e melhor método de insensibilização antes do abate. 

E os frangos no Brasil? 

Aqui não é diferente. Apesar do Brasil ser o maior exportador e o segundo maior produtor mundial de carne de frango, esses animais são criados em condições inadequadas do ponto de vista do bem-estar animal. E poucos consumidores sabem da triste realidade desses animais. 

Por ano são abatidos quase 7 bilhões de frangos no Brasil. Este é um número difícil de imaginar, então vamos fazer uma comparação para termos uma noção desta quantidade gigantesca de animais. 

Vamos comparar com o tempo (segundos e anos) para termos uma dimensão. Se cada cidadão brasileiro representasse um segundo, nós teríamos 212 milhões de segundos, isso é a quantidade de segundos que tem 6 anos e 8 meses. Se cada frango morto, por ano, no Brasil representasse um segundo, nós teríamos o número de 222 anos. Isto é o mesmo que pegar toda a população brasileira e multiplicar por 33 vezes. 

O Frango é a espécie mais criada e morta em nosso país. É neste caso não estamos falando apenas de mortes em matadouros. Cerca de 280 milhões de frangos morrem antes de chegarem aos matadouros, devido às péssimas condições higiênico-sanitárias das granjas, seleção genética que deformou os corpos desses animais e os transformou em animais doentes e também devido às condições precárias de transporte até o matadouro. Se somarmos todos os porcos, bois e vacas abatidos em matadouros no último ano, representa apenas um terço das mortes de frangos por doenças ou por estresse, ou seja, mortes que poderiam ser evitáveis se o sistema produtivo fosse melhor manejado e levasse em consideração a melhor saúde e bem-estar desses animais. 

O que estamos tentando mostrar com esses números é que quando avaliamos os frangos em número de indivíduos e as condições que eles vivem, este é um sistema de produção de animais que carecem de mudanças urgentes. 

Por isso, estamos seguindo os passos da Animal Equality Internacional e em um futuro breve começaremos a trabalhar com frangos aqui no Brasil. Por hora, estamos apoiando as ações da Animal Equality Internacional e começando a monitorar quais empresas que atuam no Brasil levam em consideração o bem-estar dos frangos e pedimos a você que nos ajude nisso. 

Seja você vegetariano, vegano, reducionista ou consumidor de frango, sempre que tiver oportunidade, pergunte às empresas se elas consideram o bem-estar dos frangos e o que elas estão fazendo para reduzir o sofrimento desses animais. As empresas precisam perceber que a sociedade se importa com a dor e o sofrimento dos frangos. 

Entenda mais sobre esse problema, lendo os textos que escrevemos e postamos no nosso blog sobre o assunto: 

O primeiro passo para lutar por uma causa é ter conhecimento sobre ela. Não deixe de continuar se informando sobre o que acontece nos bastidores das fazendas e granjas industriais. Este ano lançaremos muitas campanhas e precisamos de um número grande de pessoas para agir e compartilhar com outras pessoas sobre a importância das pautas que defendemos.

Faça parte da mudança!

Ação de rua no Brasil.

A Animal Equality tem um programa de voluntários remoto, chamado Protetores de Animais, no qual você pode começar a ajudar os animais agora mesmo, sem precisar sair de casa. Assim que você se inscrever, você começará a receber uma série de ações simples como assinar uma petição, compartilhar um post, comentar nas redes sociais, entre outras. Ações que parecem simples, mas que são essenciais para mostrar que somos MUITOS lutando a favor daqueles que não têm voz. Essa é a melhor forma de apoiar os nossos departamentos de Responsabilidade Social Corporativa e de Advocacy, que se dedicam a influenciar empresas e governo a acabar com as piores práticas que acontecem com os animais na indústria de alimentos. Inscreva-se! 


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